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Ricardo Jorge Claudino

Escritor, poeta de poemas e pensante

Escritor, poeta de poemas e pensante

Ricardo Jorge Claudino

12
Out20

Prémio Poesia - A Cor Do Tempo

ricardojorgeclaudino

No sábado dia 10 de Outubro decorreu a 2ª Gala dos Autores da editora Cordel d' Prata.

Não poderia estar mais feliz por ser galardoado na categoria de Poesia!

Para além da felicidade do momento e de todo o sentimento de gratidão, o que mais posso dar é graças à vida e a todos os leitores que votaram na obra "A Cor Do Tempo".

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O livro "A Cor Do Tempo" encontra-se disponível nas livrarias Bertrand, Wook e Cordel D' Prata.

16
Set20

Poemas para a hora de ponta - Joaquim Saial

ricardojorgeclaudino

Hoje decidi escrever uma publicação diferente, sem falar sobre mim ou sobre os meus textos.

Hoje tirei o dia para falar do livro de poesia de Joaquim Saial - "Poemas para a hora de ponta", o qual tive o prazer de ler e reler.

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O livro é composto por 40 peças (poemas) que contêm muito "dramatistmo, humor e sarcasmo". É um livro que vale pelo seu todo e isso, para mim, é o mesmo de dizer que começo a leitura na primeira página, desligo-me do exterior, num ápice chego à última palavra do livro, e desconheço quanto tempo passou. Assim são ou deveriam de ser os minutos de uma hora de ponta.

Bem sei que é muito redutor escolher apenas um excerto do livro para vos mostrar, mas aqui vai:

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SINOPSE

“Poemas para a hora de ponta” apresenta-nos 40 peças que oscilam entre o documental e o fantástico, lirismo discreto e momentos de dramatismo, humor e sarcasmo. É num antigo e assumido gosto do autor pelos textos intensamente americanos de Sam Shepard (sobretudo da sua poesia) e na poética da música (Dylan, Neil Young…), para além da inspiração oferecida por portugueses como Mário-Henrique Leiria, que reside a origem desta variada e sedutora panóplia de produções.

A ode primeira, que faz jus ao título do livro, é acertada abertura para uma poesia de índole urbana (algo lisboeta) em que o autor, uma vez por outra, surge como narrador. Porém, percebe-se que prefere apresentar ao leitor a maior parte das peças como anónimos painéis de fruição, em registo quase cinematográfico, que prendem e fascinam.

Os notáveis desenhos de João Ribeiro entrelaçam-se magistralmente no universo poético que Joaquim Saial nos traz, fazendo desta uma obra inesperada e assaz convidativa, afinal passível de ser lida a qualquer hora… até na hora de ponta.

 

Caso esta obra desperte o vosso interesse, aqui deixo o link do Livro disponível no site da WOOK.

 

18
Ago20

"A Cor do Tempo" - Livro de poesia de Ricardo Jorge Claudino

ricardojorgeclaudino

Hoje tenho o prazer de partilhar convosco duas boas notícias:


1- O meu primeiro livro de poesia está prestes a chegar! "A Cor do Tempo": o título descreve o essencial deste livro. Será publicado pela editora Cordel d'Prata.


2- A poucas semanas do lançamento, a editora nomeou "A Cor do Tempo" para a 2ª edição da Gala dos Autores, nas categorias de "Poesia" e "Prémio Escolha do Autor". As votações decorrem através do link https://cordeldeprata.pt/galadosautores/ e qualquer pessoa pode votar na sua obra favorita.


Muito obrigado a todos os que diariamente me seguem e leem a poesia que partilho nesta página.


Sobre o lançamento do livro, vocês serão os primeiros a saber! 

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13
Abr20

Cem dores

ricardojorgeclaudino

Trago na mochila um caderno com cem páginas

e só cinco estão escritas. Sinto a cabeça

pesada e as costas leves. Nem quero

imaginar o dia em que chegar às noventa

e cinco páginas escritas de pensamentos vãos.

Talvez a tinta da esferográfica não torne

o caderno mais pesado. Talvez a

cabeça não fique mais leve à medida que

escrevo estes meus pensamentos

supérfluos. Tudo em mim nasce na

esferográfica e habita neste caderno.

Tudo, excepto a dor que sinto nas costas.

06
Fev20

Espelho

ricardojorgeclaudino

Neste lago de infinitas polegadas,

peço explicações a todas as reflexões.

 

Foi por escutá-lo que fiquei a conhecer

as suas ondas ténues falantes,

formadas de gota em gota,

tal como humanos se formam

de palavra em palavra:

 

Somos um espelho,

reflectimos nos outros

o que eles reflectem em nós.

 

Quão infinitamente conhecedores

são os reflexos que me observam?!

Que posso eu reflectir 

como sinal de agradecimento?!

 

Há retóricas que descobrem 

uma versão melhor de nós próprios.

Reflectirei.

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